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Tatiana Bustorff
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Assista ao vídeo do Professor Reginaldo Nasser http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/professor-reginaldo-nasser-explica-o-que-e-terrorismo/1498563/#/Edições/20110502/page/1
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O silêncio que atordoa 22 de Dezembro de 2010
Motivos de ordem familiar e de amizade contribuíram para que fosse eu um assíduo usuário da BR-101 Norte. Milhares de vezes tive que me deslocar entre João Pessoa - Mamanguape - Natal.
Lembro com um quê de saudade quando a BR-101 teve seu trecho concluído entre Mamanguape e João Pessoa. O ano era 1970, exatamente quando ingressei na faculdade e, diariamente, percorria aquele trecho. Para mim foi uma dádiva divina, posto que, anteriormente, a viagem entre essas cidades, via Sapé, durava três horas. O tempo passou, ingressei na carreira militar e, em 1982, então 1º tenente, fui movimentado do Rio de Janeiro para Natal e, mais uma vez, a velha BR-101, se mostrou a amiga de sempre.
Na década de 70, viajar na BR-101 era uma maravilha. Pouco trânsito, a viagem fluía maravilhosamente. Na década de 80 ainda podia ser assim considerado. Mas o tempo, inclemente, vai passando e, arrasta com ele grandes mudanças. O progresso, esse grande leviatã, vai, a cada dia, abarrotando as nossas estradas com novos veículos. Com a BR-101 não foi diferente.
De repente me vejo de volta à Natal, mais uma vez vindo do Rio de Janeiro. É 2001. Por imposições diversas me divido entre Natal e João Pessoa. Lá trabalho e aqui vive a minha família, cujo convívio usufruo nos finais de semana. Eis-me, novamente, cliente da BR-101, agora uma senhora alquebrada pelo tempo, cheia de rugas no seu leito, antes tão suave, obrigando o tráfego a escoar lentamente nas suas faixas únicas, como se fosse uma anciã prostrada pela arteriosclerose, onde o sangue escorre pelas veias de forma lenta e perigosa. Nos inícios de noite das sextas-feiras e nas madrugadas das segundas-feiras, horários em que começava meus deslocamentos, eram períodos em que o pico de stress da minha família ia a mil, até que soubesse que eu havia chegado em paz. Inúmeras foram as ocasiões em que presenciei acidentes ferindo e matando dezenas e dezenas de pessoas que, como eu, também usavam a velha BR-101. Em 2006, quando começo a vislumbrar a passagem para a reserva, sou surpreendido pela duplicação. Bem que poderia ter iniciado bem mais cedo, mas, como diz o velho ditado – antes tarde do que nunca.
O tempo, como sempre, não para. É um dia de sábado, início de novembro de 2010. Mais uma vez estou regressando de Natal, vindo de um almoço de confraternização de Oficiais na reserva. O sol do meio-dia está quente, impiedoso. Vejo pessoas envergando o uniforme camuflado. É a nobre Engenharia do EB, a Engenharia de Villagran Cabrita, dando vazão à sua canção, quando diz: “Teu lema é sempre servir”. Essa visão mexeu com o coração do velho soldado.
Na imagem daqueles militares, trabalhando com o sol a pino, em pleno sábado, resumi o trabalho silente dos heróis anônimos que sem buscar outra recompensa que não a consciência do dever cumprido, dão exemplos cotidianos de patriotismo e brasilidade.
São as tripulações dos Navios de Assistência Hospitalar e Navios Patrulha que singram a malha hidroviária da Amazônia e do Pantanal Mato-Grossense, atendendo ao caboclo ribeirinho, prestando assistência médica, odontológica e laboratorial. São os militares da Fragata Constituição, somente para rememorar o fato recente do acidente do Airbus do vôo AF 447, exemplo emblemático do esforço da MB para a salvaguarda da vida humana no mar.
São os bravos pelotões de fronteira, única manifestação do Estado brasileiro ao longo das nossas fronteiras, onde seus oficiais e graduados, auxiliados pelas destemidas esposas, fazem o papel de médico, juiz e professor; é a Arma Azul-Turqueza construindo barragens e açudes, realizando a transposição do São Francisco e tantas outras obras mais, mitigando a sede do sertanejo nordestino e irrigando o solo seco.
São os bravos tripulantes da FAB, chegando aonde não chega o navio nem a viatura, se constituindo no único apoio para esses brasileiros esquecidos pelos governos na vastidão amazônica. São os membros do Para-Sar que, frequentemente, arriscam a vida em resgates quando de acidentes aéreos.
Esses exemplos acima citados retratam apenas atividades assistenciais, posto que em um país sem guerras formais, a ausência da consciência cívica e da visão estratégica, mesmo nas classes mais favorecidas e intelectualizadas, o preparo militar em stricto sensu não é reconhecido, tampouco desejado.
A nação desconhece o que faz as suas Forças Armadas. Não sabe o esforço ingente das tripulações que cruzam nossos mares, se adestrando continuamente para permitir à Marinha melhor defender nossas vias marítimas, melhor proteger nossas plataformas petrolíferas, inclusive a área do pré-sal. Não há a menor noção das dificuldades inerentes ao treinamento dos Fuzileiros Navais, que enfrentam a adversidade dos ambientes inóspitos, tudo para manter a excelência da sua prontificação.
A população ignora as carências do nosso Exército que, a despeito de tudo, dá soberba prova de competência e operacionalidade, evidenciando o porquê do “Braço Forte e Mão Amiga”. Desconhecem os guerreiros de selva, o combatente da montanha, o aguerrido paraquedista, o médico e o técnico.
O governo, como sempre, vai “empurrando com a barriga” o atendimento às necessidades prementes da FAB, que há muito reclama de aeronaves que lhe permitam ter um poder aéreo compatível com o status e projeção internacional do país ? a aquisição dos novos caças é o melhor exemplo disso. Enquanto isso, nossos pilotos, reconhecidos internacionalmente por sua competência e arrojo, continuam em terra, com a maioria das suas aeronaves “groundeadas”.
Se, como insinua o título de artigo, o dia a dia militar passa despercebido pela maioria dos brasileiros, que nada vê e nada ouve das nossas ações, muito se fala e se escreve quando “a coisa pega”. As ações empreendidas pelas Forças Armadas no recente confronto promovido pelo governo do Rio de Janeiro contra o narcotráfico, de repente se transformaram no xodó da mídia. As imagens dos blindados dos Fuzileiros Navais da MB nos becos e vielas do Morro do Cruzeiro e no Complexo do Alemão, assim como a visão dos combatentes da Brigada Paraquedista cercando os marginais, inundam as telas das nossas TVs várias vezes por dia.
Lamentavelmente, o governo brasileiro é movido a fatos presentes, não buscando uma visão prospectiva firme e responsável sobre o que se deseja para o Brasil hoje e daqui a 20, 50 anos. A Estratégia Nacional de Defesa apesar de completar, em breve, dois anos de criação, ainda está engatinhando em termos de consubstanciação material e organizacional. Compete ao governo assegurar às Forças Armadas as condições necessárias para que elas estejam permanentemente aptas a cumprir sua destinação constitucional, bem como estar capacitadas a atender aos nossos compromissos internacionais, entre os quais ressaltamos a realização de operações de paz. Tais necessidades exigem imediato reaparelhamento das forças, disponibilidade orçamentária que assegure o reequipamento de novos meios, condições para a manutenção dos já existentes e, sobretudo, uma remuneração justa aos seus integrantes, que já não mais aguentam se ver discriminados em relação a outros setores governamentais, inclusive do próprio Poder Executivo.
Temos dado provas irrefutáveis do nosso compromisso com a democracia, com a legalidade e com a nação brasileira. O suor do dia a dia se junta ao sangue dos que pereceram no Haiti (agora já tão esquecidos). Não nos basta somente o reconhecimento como instituição de maior credibilidade. As Forças Armadas precisam e merecem ser reconhecidas como instrumento maior para a garantia da nossa soberania, em condições, concretamente falando, de se constituir um elemento dissuasório, de conformidade com os preceitos constitucionais, assegurando ao Brasil o lugar que lhe é devido no concerto das nações.
Lembro com um quê de saudade quando a BR-101 teve seu trecho concluído entre Mamanguape e João Pessoa. O ano era 1970, exatamente quando ingressei na faculdade e, diariamente, percorria aquele trecho. Para mim foi uma dádiva divina, posto que, anteriormente, a viagem entre essas cidades, via Sapé, durava três horas. O tempo passou, ingressei na carreira militar e, em 1982, então 1º tenente, fui movimentado do Rio de Janeiro para Natal e, mais uma vez, a velha BR-101, se mostrou a amiga de sempre.
Na década de 70, viajar na BR-101 era uma maravilha. Pouco trânsito, a viagem fluía maravilhosamente. Na década de 80 ainda podia ser assim considerado. Mas o tempo, inclemente, vai passando e, arrasta com ele grandes mudanças. O progresso, esse grande leviatã, vai, a cada dia, abarrotando as nossas estradas com novos veículos. Com a BR-101 não foi diferente.
De repente me vejo de volta à Natal, mais uma vez vindo do Rio de Janeiro. É 2001. Por imposições diversas me divido entre Natal e João Pessoa. Lá trabalho e aqui vive a minha família, cujo convívio usufruo nos finais de semana. Eis-me, novamente, cliente da BR-101, agora uma senhora alquebrada pelo tempo, cheia de rugas no seu leito, antes tão suave, obrigando o tráfego a escoar lentamente nas suas faixas únicas, como se fosse uma anciã prostrada pela arteriosclerose, onde o sangue escorre pelas veias de forma lenta e perigosa. Nos inícios de noite das sextas-feiras e nas madrugadas das segundas-feiras, horários em que começava meus deslocamentos, eram períodos em que o pico de stress da minha família ia a mil, até que soubesse que eu havia chegado em paz. Inúmeras foram as ocasiões em que presenciei acidentes ferindo e matando dezenas e dezenas de pessoas que, como eu, também usavam a velha BR-101. Em 2006, quando começo a vislumbrar a passagem para a reserva, sou surpreendido pela duplicação. Bem que poderia ter iniciado bem mais cedo, mas, como diz o velho ditado – antes tarde do que nunca.
O tempo, como sempre, não para. É um dia de sábado, início de novembro de 2010. Mais uma vez estou regressando de Natal, vindo de um almoço de confraternização de Oficiais na reserva. O sol do meio-dia está quente, impiedoso. Vejo pessoas envergando o uniforme camuflado. É a nobre Engenharia do EB, a Engenharia de Villagran Cabrita, dando vazão à sua canção, quando diz: “Teu lema é sempre servir”. Essa visão mexeu com o coração do velho soldado.
Na imagem daqueles militares, trabalhando com o sol a pino, em pleno sábado, resumi o trabalho silente dos heróis anônimos que sem buscar outra recompensa que não a consciência do dever cumprido, dão exemplos cotidianos de patriotismo e brasilidade.
São as tripulações dos Navios de Assistência Hospitalar e Navios Patrulha que singram a malha hidroviária da Amazônia e do Pantanal Mato-Grossense, atendendo ao caboclo ribeirinho, prestando assistência médica, odontológica e laboratorial. São os militares da Fragata Constituição, somente para rememorar o fato recente do acidente do Airbus do vôo AF 447, exemplo emblemático do esforço da MB para a salvaguarda da vida humana no mar.
São os bravos pelotões de fronteira, única manifestação do Estado brasileiro ao longo das nossas fronteiras, onde seus oficiais e graduados, auxiliados pelas destemidas esposas, fazem o papel de médico, juiz e professor; é a Arma Azul-Turqueza construindo barragens e açudes, realizando a transposição do São Francisco e tantas outras obras mais, mitigando a sede do sertanejo nordestino e irrigando o solo seco.
São os bravos tripulantes da FAB, chegando aonde não chega o navio nem a viatura, se constituindo no único apoio para esses brasileiros esquecidos pelos governos na vastidão amazônica. São os membros do Para-Sar que, frequentemente, arriscam a vida em resgates quando de acidentes aéreos.
Esses exemplos acima citados retratam apenas atividades assistenciais, posto que em um país sem guerras formais, a ausência da consciência cívica e da visão estratégica, mesmo nas classes mais favorecidas e intelectualizadas, o preparo militar em stricto sensu não é reconhecido, tampouco desejado.
A nação desconhece o que faz as suas Forças Armadas. Não sabe o esforço ingente das tripulações que cruzam nossos mares, se adestrando continuamente para permitir à Marinha melhor defender nossas vias marítimas, melhor proteger nossas plataformas petrolíferas, inclusive a área do pré-sal. Não há a menor noção das dificuldades inerentes ao treinamento dos Fuzileiros Navais, que enfrentam a adversidade dos ambientes inóspitos, tudo para manter a excelência da sua prontificação.
A população ignora as carências do nosso Exército que, a despeito de tudo, dá soberba prova de competência e operacionalidade, evidenciando o porquê do “Braço Forte e Mão Amiga”. Desconhecem os guerreiros de selva, o combatente da montanha, o aguerrido paraquedista, o médico e o técnico.
O governo, como sempre, vai “empurrando com a barriga” o atendimento às necessidades prementes da FAB, que há muito reclama de aeronaves que lhe permitam ter um poder aéreo compatível com o status e projeção internacional do país ? a aquisição dos novos caças é o melhor exemplo disso. Enquanto isso, nossos pilotos, reconhecidos internacionalmente por sua competência e arrojo, continuam em terra, com a maioria das suas aeronaves “groundeadas”.
Se, como insinua o título de artigo, o dia a dia militar passa despercebido pela maioria dos brasileiros, que nada vê e nada ouve das nossas ações, muito se fala e se escreve quando “a coisa pega”. As ações empreendidas pelas Forças Armadas no recente confronto promovido pelo governo do Rio de Janeiro contra o narcotráfico, de repente se transformaram no xodó da mídia. As imagens dos blindados dos Fuzileiros Navais da MB nos becos e vielas do Morro do Cruzeiro e no Complexo do Alemão, assim como a visão dos combatentes da Brigada Paraquedista cercando os marginais, inundam as telas das nossas TVs várias vezes por dia.
Lamentavelmente, o governo brasileiro é movido a fatos presentes, não buscando uma visão prospectiva firme e responsável sobre o que se deseja para o Brasil hoje e daqui a 20, 50 anos. A Estratégia Nacional de Defesa apesar de completar, em breve, dois anos de criação, ainda está engatinhando em termos de consubstanciação material e organizacional. Compete ao governo assegurar às Forças Armadas as condições necessárias para que elas estejam permanentemente aptas a cumprir sua destinação constitucional, bem como estar capacitadas a atender aos nossos compromissos internacionais, entre os quais ressaltamos a realização de operações de paz. Tais necessidades exigem imediato reaparelhamento das forças, disponibilidade orçamentária que assegure o reequipamento de novos meios, condições para a manutenção dos já existentes e, sobretudo, uma remuneração justa aos seus integrantes, que já não mais aguentam se ver discriminados em relação a outros setores governamentais, inclusive do próprio Poder Executivo.
Temos dado provas irrefutáveis do nosso compromisso com a democracia, com a legalidade e com a nação brasileira. O suor do dia a dia se junta ao sangue dos que pereceram no Haiti (agora já tão esquecidos). Não nos basta somente o reconhecimento como instituição de maior credibilidade. As Forças Armadas precisam e merecem ser reconhecidas como instrumento maior para a garantia da nossa soberania, em condições, concretamente falando, de se constituir um elemento dissuasório, de conformidade com os preceitos constitucionais, assegurando ao Brasil o lugar que lhe é devido no concerto das nações.
Noel Xavier Bustorff
Presidente
P.S. 1 - Lendo essas linhas, o soldado da Engenharia que balizava o trânsito na BR-101, naquela tarde de sábado, talvez entendesse o porquê da caprichada continência que lhe fiz.
P.S. 2 – O trecho paraibano da BR-101 em 1970 também foi construído pelo EB.
Presidente
P.S. 1 - Lendo essas linhas, o soldado da Engenharia que balizava o trânsito na BR-101, naquela tarde de sábado, talvez entendesse o porquê da caprichada continência que lhe fiz.
P.S. 2 – O trecho paraibano da BR-101 em 1970 também foi construído pelo EB.
FONTE: http://www.asmirpb.com.br/
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O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou na última quarta-feira (4) as novas diretrizes curriculares para o ensino médio. Elas não eram revistas desde 1998. O relatório, que agora segue para homologação do ministro Fernando Haddad, prevê maior flexibilização do currículo e abre a oportunidade de ampliação da carga horária do ensino médio para além dos atuais três anos.
O relatório mantém a carga horária mínima de 2, 4 mil horas no ensino médio, mas abre espaço para que a sua duração seja ampliada caso haja interesse das escolas de oferecer conhecimentos e atividades além das consideradas obrigatórias. Essa recomendação tem peso especial no caso do ensino médio noturno que, em geral, oferece uma carga horária menor do que aquela dada a estudantes do turno matutino. O relatório indica que essa duração deve ser ampliada e coloca como uma opção a oferta de 20% da carga horária na modalidade ensino a distância. Sugere também que se necessário o ano letivo seja estendido para além dos atuais três anos.
As novas diretrizes indicam que a escola deve trabalhar a formação a partir de quatro eixos básicos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura. O currículo pode enfatizar um desses temas, mas deve incluir todos eles. A ideia é tentar flexibilizar o modelo curricular segmentado oferecido pelas escolas hoje, tradicionalmente dividido em disciplinas que não se relacionam durante o aprendizado.
Segundo o relator do parecer, José Fernandes de Lima, "a essência dessa proposta é a definição de uma identidade para o ensino médio*.
O relatório mantém a carga horária mínima de 2, 4 mil horas no ensino médio, mas abre espaço para que a sua duração seja ampliada caso haja interesse das escolas de oferecer conhecimentos e atividades além das consideradas obrigatórias. Essa recomendação tem peso especial no caso do ensino médio noturno que, em geral, oferece uma carga horária menor do que aquela dada a estudantes do turno matutino. O relatório indica que essa duração deve ser ampliada e coloca como uma opção a oferta de 20% da carga horária na modalidade ensino a distância. Sugere também que se necessário o ano letivo seja estendido para além dos atuais três anos.
As novas diretrizes indicam que a escola deve trabalhar a formação a partir de quatro eixos básicos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura. O currículo pode enfatizar um desses temas, mas deve incluir todos eles. A ideia é tentar flexibilizar o modelo curricular segmentado oferecido pelas escolas hoje, tradicionalmente dividido em disciplinas que não se relacionam durante o aprendizado.
Segundo o relator do parecer, José Fernandes de Lima, "a essência dessa proposta é a definição de uma identidade para o ensino médio*.
- O ensino médio tem que ser entendido como a última etapa da educação básica e, por isso, tem que preparar para a vida. Para isso, ele tem que ser capaz de trabalhar simultaneamente com essas quatro dimensões.
O conselheiro ressalta que, ao mesmo tempo em que é preciso estabelecer uma identidade para a etapa, a organização dela precisa ser flexível não apenas para atender às diversidades regionais, mas ao próprio público do ensino médio. Ele afirma que "os estudantes do ensino médio são pessoas que só estudam, ou que trabalham, ou que estudam e trabalham".
FONTE: http://www.noticias.r7.com/
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Recentemente o IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente, entre outras curiosidades, vale a pena conferir!
http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php
http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php
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Um amigo americano acaba de me mandar uma carta, com o resultado de uma comparação entre nós e os americanos.
Uma discussão em que o ianque prova, pela ciência exata da matemática, que nós brasileiros somos mais ricos que os americanos. Segue a carta:
"Caros amigos brasileiros e ´ricaços´!
Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem, embora tenham mais água doce disponível (aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil).
Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade, embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente) enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluentes, produzidas por termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.
Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade que acabam com os motores dos carros. (Cerca de 21% da gasolina é composta de álcool anidro e ainda querem aumentar este percentual para beneficiar os usineiros de álcool). Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (85% é produzido aí) e ainda assim têm preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos. (US$ 0,30 trinta centavos de Dólar = R$ 0,90 noventa centavos de Real. Obs.: gasolina pura, sem mistura).
Por falar em carro, vocês brasileiros pagam R$40 mil por um carro que nós nos Estados Unidos pagamos R$20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$20 mil para gastar não sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos Estados Unidos.
Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres,o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMs no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%. No Brasil, vocês são muito ricos, afinal concordam em pagar 18% só de ICMs.
E já que falamos em impostos, eu não entendo por que vocês alegam serem pobres, afinal vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMs mais PIS, COFINS, CPMF, ISS, INSS, IPTU, IPVA, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda fazem festa nos estádios de futebol e nas
passarelas de carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho (De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 04 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos).
Nós americanos, lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00 Reais) enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos Estados Unidos, nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
Aí no Brasil vocês pagam escola e livros para seus filhos porque, afinal, devem nadar em dinheiro e aqui nos Estados Unidos, nós pobres pais americanos, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos.
Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nós pobres americanos pagamos POR ANO.
Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou de R$ 2.500,00 pelo seguro de seu carro, aí sim eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!! Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$345,00.
Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual não importando qual tipo de veículo seja.
Afinal, quem é rico e quem é pobre? Aí no Brasil, 20% da população economicamente ativa não trabalha.
Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha?"
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal,a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada Estados Unidos que desde seu descobrimento teve uma colonização
de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais.
E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.
Assina Alexandre Garcia - Repórter e comentarista Rede Globo de Televisão
Uma discussão em que o ianque prova, pela ciência exata da matemática, que nós brasileiros somos mais ricos que os americanos. Segue a carta:
"Caros amigos brasileiros e ´ricaços´!
Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem, embora tenham mais água doce disponível (aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil).
Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade, embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente) enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluentes, produzidas por termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.
Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade que acabam com os motores dos carros. (Cerca de 21% da gasolina é composta de álcool anidro e ainda querem aumentar este percentual para beneficiar os usineiros de álcool). Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (85% é produzido aí) e ainda assim têm preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos. (US$ 0,30 trinta centavos de Dólar = R$ 0,90 noventa centavos de Real. Obs.: gasolina pura, sem mistura).
Por falar em carro, vocês brasileiros pagam R$40 mil por um carro que nós nos Estados Unidos pagamos R$20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$20 mil para gastar não sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos Estados Unidos.
Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres,o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMs no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%. No Brasil, vocês são muito ricos, afinal concordam em pagar 18% só de ICMs.
E já que falamos em impostos, eu não entendo por que vocês alegam serem pobres, afinal vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMs mais PIS, COFINS, CPMF, ISS, INSS, IPTU, IPVA, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda fazem festa nos estádios de futebol e nas
passarelas de carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho (De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 04 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos).
Nós americanos, lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00 Reais) enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos Estados Unidos, nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
Aí no Brasil vocês pagam escola e livros para seus filhos porque, afinal, devem nadar em dinheiro e aqui nos Estados Unidos, nós pobres pais americanos, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos.
Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nós pobres americanos pagamos POR ANO.
Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou de R$ 2.500,00 pelo seguro de seu carro, aí sim eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!! Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$345,00.
Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual não importando qual tipo de veículo seja.
Afinal, quem é rico e quem é pobre? Aí no Brasil, 20% da população economicamente ativa não trabalha.
Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha?"
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal,a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada Estados Unidos que desde seu descobrimento teve uma colonização
de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais.
E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.
Assina Alexandre Garcia - Repórter e comentarista Rede Globo de Televisão
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Segue a indicação de uma boa fonte de pesquisa para o trabalho de vocês:
http://topicos.estadao.com.br/ira
Grande beijo!!!!!!!!!
http://topicos.estadao.com.br/ira
Grande beijo!!!!!!!!!
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O número de mortos pelas violentas tempestades e tornados que atingiram grande parte do território dos EUA na véspera atinge173, informaram autoridades.
O estado mais afetado é o Alabama, onde 128 pessoas morreram, segundo o escritório do governador Robert Bentley. Os danos se espalham por uma grande área.
Também há mortos no Mississippi (32), na Geórgia (11), no Tennessee (1) e na Virgínia (1).
Autoridades e imprensa temem que o número de vítimas cresça.
As autoridades declararam estado de emergência em sete estados: Alabama, Arkansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Tennessee e Oklahoma.
Em todos eles, os governadores convocaram a Guarda Nacional para ajudar nas operações de resgate e limpeza.
De um total de 50 estados, 21 foram afetados por temporais, em uma região que vai dos Grandes Lagos, no extremo norte do país, até o Golfo do México, no sul.
O presidente Barack Obama ordenou que o governo “aja rapidamente” no Alabama.
No estado, um gigantesco tornado de quase um quilômetro passou sobre Tuscaloosa, arrasando a região. O prefeito da cidade, Walter Maddox, disse que “algumas zonas estão literalmente irreconhecíveis”.
Muitas pessoas ficaram presas em suas casas, com as portas bloqueadas por árvores. As ruas estão repletas de destroços.
Tornado se aproxima de Tuscaloosa, no Alabama, nesta quarta-feira (27) (Foto: AP Photo/The Tuscaloosa News, Dusty Compton)
Casa destruída por possível tornado em Concord, no Arizona, é vista nesta quinta-feira (28) (Foto: AP)
Em Birmingham, maior cidade do Alabama, outro tornado causou enorme destruição no norte da zona urbana, arrastando automóveis e arrancando árvores. Ao menos 375 mil pessoas ficaram sem eletricidade no estado, segundo as autoridades.
Centenas de pessoas foram retiradas para abrigos no Missouri (centro), após o rompimento de diques do Rio Black, próximo à localidade de Poplar Bluff. Imagens da televisão americana mostram equipes de resgate enfrentando a forte correnteza para salvar pessoas bloqueadas pelas águas.
FONTE: http://www.g1.globo.com/






