National Geographic lança edição especial sobre água

A edição de abril da revista National Geographic Brasil é especial e tem como tema a água. Nela, você encontra vários artigos e reportagens sobre o assunto. Entre eles destacam-se:

- Como o lixo viaja das cidades para o oceano;
- Os desafios do Brasil em relação ao uso sustentável da água;
- O mapa dos grandes rios e aquíferos brasileiros;
- O Brasil como potência hídrica do século 21;
- Hidrelétrica, a polêmica da energia limpa;
- Mergulhão: o pato das águas límpidas;
- A acidez dos mares pode provocar o fim das ostras e dos recifes de coral?
- A imensa caverna do Vietnã esculpida pela água que abriga uma imensa floresta em seu interior.
- Alasca: onde nadam os salmões selvagens.

Confira no site da National.

A CHINA EM NÚMEROS

Turma de Atualidades - ANIMUS

Como prometido na aula de ontem, postei maiores detalhes sobre o Conselho de Segurança da ONU.
BONS ESTUDOS!!!!!!!! 
Conselho de Segurança da ONU

O Conselho de Segurança é o órgão mais poderoso da Organização das Nações Unidas (ONU). Sua reformulação tem sido tema de diversas discussões nos últimos anos, já que, desde 2005, um relatório propõe a entrada de novos membros no seleto grupo de cinco nações. Recentemente, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou por unanimidade a convocação de negociações intergovernamentais para expandir a instância. As reuniões já têm data para começar: 28 de fevereiro de 2009. O Brasil é um dos maiores interessados em conquistar um assento permanente no colegiado. Entenda o funcionamento do Conselho de Segurança e saiba quais os benefícios do eventual ingresso para o país.
1. Afinal, o que é o Conselho de Segurança da ONU?
O Conselho de Segurança das Nações Unidas é a instância da ONU com responsabilidade sobre a segurança mundial. É o único órgão capaz de aprovar resoluções mandatórias sobre confrontos internacionais.
2. Qual é a função dele?
O principal objetivo do Conselho é propor resoluções para os conflitos e guerras internacionais. Para isso, ele pode autorizar uma intervenção militar ou enviar missões de paz para regiões que julgue necessário. Outro papel fundamental e frequentemente exercido é a aplicação de sanções de ordem econômica contra países que, no entender do Conselho, violem leis, acordos ou princípios internacionalmente aceitos.
3. Quais são os atuais países-membros?
O Conselho de Segurança é composto por cinco membros permanentes. São eles: Estados Unidos, China, Reino Unido, França e Rússia. Outros dez países são membros rotativos, com mandato de dois anos e sem direito à reeleição. O voto das nações com lugar cativo na comissão, porém, têm um valor maior em comparação ao de membros temporários, como se verá na questão 6.
4. Em que circunstâncias e frequência ele se reúne?
Sempre que há um conflito de grandes proporções, o órgão é requisitado a tomar medidas. Primeiramente, ele recomenda que as partes envolvidas cheguem a um acordo. Caso isso não ocorra, o Conselho tenta uma intermediação, estabelecendo os princípios do acordo ou enviando tropas de paz para a região. Além disso, nações envolvidas em conflitos podem solicitar uma reunião oficial do colegiado da ONU. Vale ressaltar que, para a convocação de uma sessão informal do Conselho, não é necessário que todos os seus membros estejam de acordo. As reuniões também não precisam necessariamente ocorrer na sede da ONU, em Nova York.
5. O que é exigido de uma nação para que ela faça parte do Conselho?
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança são aqueles considerados vencedores da II Guerra Mundial (1939-1945) e que lutaram como aliados contra o eixo formado por Alemanha, Japão e Itália. Ao final do conflito, Estados Unidos, União Soviética (substituída pela Rússia), China, Reino Unido e França assinaram a Carta das Nações, em São Francisco, e se tornaram membros fixos do grupo. Diversas propostas tentam estabelecer um critério para a escolha das nações que, eventualmente, virão a ocupar outros assentos permanentes. Uma delas consiste em acrescentar ao colegiado dois países industrializados e três em desenvolvimento, além de um da África, um da Ásia e outro da América Latina. Outra ideia é atribuir vagas permanentes relativas a regiões do globo - essas, porém, seriam ocupadas por nações de forma rotativa.
6. Como são aprovadas as resoluções do Conselho?
Para que uma resolução seja aprovada pelo Conselho, é necessário que ela obtenha o apoio dos cinco membros permanentes e ao menos de mais quatro nações que ocupam temporariamente a comissão. Fica claro, assim, que um voto negativo de um dos membros permanentes configura veto à resolução. No entanto, a abstenção de um membro permanente, por exemplo, não dá direito a veto.
7. Qual a necessidade de uma reformulação do grupo?
Existe um consenso de que a composição do Conselho de Segurança já não reflete fielmente a realidade econômica e política dos diversos membros da ONU. Em 1993, um grupo recebeu a tarefa de desenvolver um plano para ampliar o órgão e trabalhar para que as medidas para essa expansão entrassem em vigor. No entanto, o comitê funcionava na base do consenso, o que dificultou resoluções efetivas devido à discordância entre membros-chave, como Itália e Alemanha. Até agora, os países concordam que o número de participantes deve aumentar e, para isso, apresentaram várias propostas. Diplomatas descreveram o fato como "histórico", dizendo que isso aumenta a possibilidade de o Conselho se tornar maior e mais representativo no século XXI.
8. Quais nações pleiteiam uma vaga, em uma eventual reformulação?
Uma proposta recente - que, segundo os diplomatas, tem amplo apoio dos estados-membros - seria a adição de sete novas cadeiras ao Conselho de Segurança. Entre os candidatos, estão Brasil, Japão, Alemanha, Índia e uma nação africana ainda a ser escolhida.
9. Qual é a posição dos países-membros frente à ampliação Conselho?
Os Estados Unidos, por exemplo, acham que a expansão só deve ser cogitada após outras reformas na ONU e também expressam insatisfação com as aspirações da Alemanha. É uma resposta da administração do presidente George W. Bush à oposição alemã à invasão americana do Iraque, em 2003. A China , por sua vez, não admite a idéia de conceder ao Japão o status de potência regional. Pequim planeja ser a potência hegemônica na Ásia e não quer a concorrência dos japoneses.
10. Como se dá a disputa por um assento entre os não-membros?
Também há divisões. A ascensão da Índia, por exemplo, não é aceita pelo Paquistão, seu vizinho, e a Itália não entende por que o lugar seria da Alemanha e não dela própria. Por fim, México e Argentina se opõem à pretensão brasileira - seguindo a mesma ciumeira regional de asiáticos e europeus.
11. Como é feita a votação para que um novo membro seja aceito?
Para que a reforma no Conselho de Segurança seja aprovada e, enfim, novos membros entrem no grupo, é necessária a aprovação de dois terços dos 192 estados-membros que constituem a ONU. Isso significa a provação de 128 nações.
12. O que o Brasil tem feito para conseguir um assento no grupo?
O país se apresenta como o candidato mais qualificado para representar a América Latina, já que possui o maior território e a maior população da região. A justificativa é também utilizada pela Alemanha, Índia e Japão, que afirmam ser representantes naturais de suas regiões devido às dimensões de suas economias, territórios e população. A partir daí, o governo brasileiro, em conjunto com o chamado G-4, apresentou à Organização das Nações Unidas a proposta de criar seis ou sete novas vagas para membros permanentes do Conselho, e se candidatou para uma delas. Em 2005, o Brasil manteve sua candidatura, mas abriu mão do direito a veto pelos primeiros quinze anos caso fosse escolhido.
                                                                                                                        FONTE: http://www.veja.com/

Alunos do 9º Ano - Meta

Atividade sobre o filme: Chamas da Vingança
Sinopse
Uma grande onda de sequestros varre o México, fazendo com que muitos de seus cidadãos mais ricos contratem guarda-costas para seus filhos. John Creasy (Denzel Washington) é um desmotivado ex-agente da CIA, que é levado à Cidade do México por seu amigo Rayburn (Christopher Walken). Sem emprego, ele aceita a proposta de ser guarda-costas da pequena Pita (Dakota Fanning), uma garota de 9 anos que é filha de um industrial (Marc Anthony). Incomodado com as perguntas constantes da garota, John inicialmente vê seu novo trabalho como um fardo mas, aos poucos, cria amizade com Pita e passa a ter um novo ânimo em sua vida. O sequestro de Pita desfaz esta situação, fazendo com que ele, mesmo ferido, parta para resgatá-la a qualquer custo.
1. O filme se passa em qual país?
2. Em qual porção do continente americano se localiza esse país?
3. Como podemos caracterizar essa região da América?
4. O que mais te chamou atenção no filme?
5. Você encontra algumas semelhanças entre os problemas sociais do país onde se passa o filme com os problemas sociais do nosso país? Descreva-os.
6. Em sua opinião, quais são as soluções para tais problemas?
7. Qual seria o final ideal para esse filme?

Vídeo sobre o acidente nuclear de Chernobyl


O acidente em uma central nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, após o forte terremoto que atingiu o país na sexta-feira (12/03) reacendeu as discussões sobre o uso da energia nuclear. Reveja a reportagem sobre o mais grave acidente nuclear, o de Chernobyl.

Atividade - 3º Ano - META

Atividade sobre o filme Pearl Harbor

Sinopse
Pouco antes do bombardeio japonês em Pearl Harbor, dois amigos que são como irmãos um para o outro se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos entrem na 2ª Guerra Mundial. Enquanto que Rafe (Ben Affleck) se apaixona pela enfermeira Evelyn (Kate Beckinsale) e decide se alistar na força americana que lutará na 2ª Guerra Mundial, em Londres, Danny (Josh Hartnett) torna-se piloto da Força Aérea dos Estados Unidos e permanece no país. Após a notícia de que Rafe morrera em um dos combates que travava contra os alemães, Danny e Evelyn se aproximam e terminam se apaixonando.

1.    Qual a reação/reações dos norte-americanos, antes e após o ataque do Japão a Pearl Harbor? Justifique a resposta com elementos do filme.
2.    Quais os motivos do Japão para o ataque a Pearl Harbor? Qual a participação do Japão na II Guerra Mundial?
3.    Que tecnologias de guerra você conseguiu perceber durante o filme? Essa tecnologia era somente dos EUA? Justifique.

TURMA ESSA ATIVIDADE DEVE SER FEITA NO CADERNO PARA A PRÓXIMA AULA, SEGUNDA-FEIRA (02/05)

França: Já está vigorando a Lei que proibe o uso de niqab ou burca em locais públicos



Mulher muçulmana usando um niqba - Imagem capturada na Internet
(Fonte: Último Segundo - Foto de Christopher Furlong/Getty Images)

Atualização às 07h44

Acredito que não tenha sido surpresa para ninguém a proibição oficial sobre o uso de véus islâmicos parciais por mulheres muçulmanas em lugares públicos da França, ou seja, aqueles que escondam apenas o rosto, como o “niqab” ou a “burca”.
A referida lei já havia sido aprovada, mas só passou a vigorar a partir do último dia 11 de abril.
A multa para quem usar – em locais públicos - o niqba (vestimenta que deixa apenas os olhos à mostra) e/ou a burca (vestimenta em que os olhos são visíveis apenas através de uma tela/rede) é de € 150 (euros), podendo a infratora ser obrigada a participar de um curso de cidadania francesa.
A multa para quem obrigar uma mulher a usar o véu é na ordem de € 30 mil mais um ano de prisão.
Além dos imigrantes (residentes no país), a lei também será aplicada às turistas que forem flagradas, desrespeitando a referida legislação.
A França é o primeiro país da Europa a proibir o uso destes trajes às imigrantes muçulmanas, bem como as suas descendentes. Nações como a Bélgica, Espanha e Países Baixos (Holanda) também cogitam seguir as mesmas medidas proibitivas em seus territórios.
Em território francês, o uso de véus, crucifixos, quipás (solidéu usado pelos judeus) e outros símbolos religiosos, já eram proibidos nas escolas.
Segundo o discurso do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a proibição do véu islâmico não tem nada a ver com a religião islâmica, sendo mais uma questão de princípio democrático, de cidadania, contra a falta de liberdade e a imposição por qual é submetida a mulher muçulmana.
Discurso bastante polêmico, afinal, democracia tem a ver com povo, seus interesses, direitos e deveres...  "Democracia é um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana; é a institucionalização da liberdade" (Fonte: Embaixada dos EUA).
Liberdade esta, de decidir por qual caminho tomar... Nem por imposição religiosa e, muito menos, por proibição.
Há outros aspectos relacionados... Questão bastante controvérsia, não resta dúvida!
Para ilustrar, seguem algumas imagens publicadas, recentemente, no Último Segundo/Zoom por Paulo Vitale...


 Mulher afegã olhando através de sua burca
Foto: Natalie Behring-Chisholm/Getty Images


 Modelos usam véu durante um desfile em Tekbir Giyim, Turquia (2008)
Foto: Yoray Liberman/Getty Images
 Mulheres cantam em concerto durante o "dia da paz", Afeganistão (2010)
Foto: Majid Saeedi/Getty Images


 Ministra dos Negócios Estrangeiros da Mauritânia, Naha Mint Mouknass em reunião em Sirte (outubro de 2010) - Foto: REUTERS/Asmaa Waguih



 Mulheres costurando no departamento de produção da Tekbir, Turquia (2007)
Foto: Yoray Liberman/Getty Images


 Mulher aprendendo a costurar em um centro de ONG em Xamar, Somália (2011)
Foto: REUTERS/Omar Faruk


 Médicas cuidam de uma recém-nascida no Hospital Hedayat, Irã (1999)
Foto: Kaveh Kazemi/Getty Images


Estudantes palestinas de engenharia participam da cerimônia de formatura
na Universidade Islâmica, Faixa de Gaza - Foto: Abid Katib/Getty Images


Oficiais femininas participam da cerimônia de graduação da primeira turma de mulheres,
Afeganistão (2010) - Foto: Paula Bronstein /Getty Images


 Irã celebra o segundo gol contra a Turquia durante os Jogos Olímpicos da Juventude,  Singapura (2010) - Foto: REUTERS/Vivek Prakash



 Lutadora afegã treina no Estádio Nacional, Cabul, Afeganistão (2010)
Foto: Majid Saeedi/Getty Images



 Mulher de véu joga sinuca em um hotel no Golfo Pérsico, Irã (2003)
Foto: Kaveh Kazemi/Getty Images



Manequins em loja de Beirute. Líbano (2010)
Foto: REUTERS/Asmaa Waguih



Uma mulher usando véu islâmico integral travessa a fronteira
entre o Paquistão e o Afeganistão (2002)
Foto: Chris Hondros/Getty Images
FONTE: GEOGRAFIA EM FOCO