ATUALIDADES - Massacre no Rio

Ataque à escola deixa 12 mortos


Doze adolescentes com idades entre 12 e 15 anos foram mortos na manhã do dia 7 de abril na escola municipal Tasso da Silveira, no bairro do Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, num ataque sem precedentes no Brasil.


O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, se matou após ser confrontado por um
policial militar. Outros seis adolescentes, atingidos pelos disparos, de um total de 13 feridos, continuam internados em hospitais da região.

O crime comoveu o país, que nunca havia sido palco de uma tragédia em proporções semelhantes dentro de uma escola. Nos últimos dez anos, ataques a escolas e universidades tornaram-se comuns nos
Estados Unidos, com registros também na Europa.

De acordo com o relato de familiares, Wellington sofria de esquizofrenia. Esquizofrenia é um grave distúrbio mental caracterizado pela perda de contato com a realidade. A psicose provoca isolamento social e, em alguns casos, delírios e alucinações.

Textos escritos pelo atirador e encontrados pela polícia revelaram fixação por terrorismo e religião. Ele também teria sido vítima de bullying (abuso emocional e físico) na época em que cursou o ensino fundamental no mesmo colégio. Em anotações e vídeos encontrados pela polícia, o assassino aponta a humilhação sofrida como motivo para o massacre.

O rapaz estava armado com dois revólveres calibres 32 e 38, além de farta munição. Ele usava colete à prova de balas, um cinturão artesanal e uma ferramenta chamada speadloader, que municia a arma com todas as balas de uma vez.

Por volta das 8h, Wellington chegou à escola e se identificou como ex-aluno. Ele alegou que iria buscar um histórico escolar. Em seguida, foi até o segundo pavimento, onde entrou em uma das salas, da 8ª. série. Ele disse que daria uma palestra e, na sequência, sacou as duas armas de dentro de uma mochila e começou a atirar. O atirador entrou ainda numa outra sala, em frente, e fez mais disparos.

Os alvos preferenciais eram as meninas. Dos 12 estudantes mortos, 10 eram do sexo feminino. E, de um total de 13 feridos, 10 também são meninas. As vítimas tiveram ferimentos em regiões vitais: cabeça e tórax. A matança durou 15 minutos. Segundo a polícia, o assassino recarregou a arma três vezes e disparou mais de 30 tiros.

Parte dos 400 alunos da escola no período da manhã se refugiou num auditório no terceiro andar do prédio. Outros se trancaram em salas de aulas com os professores.

Durante o ataque, um aluno, mesmo ferido, conseguiu escapar e avisar uma guarnição da Polícia Militar que fazia uma blitz no trânsito. O terceiro-sargento, Márcio Alexandre Alves, encontrou o assassino nas escadarias que dão acesso ao terceiro andar do prédio. De acordo com a polícia, Wellington foi baleado com um tiro de fuzil e, em seguida, se matou com um tiro na cabeça.
 

Columbine


Nos Estados Unidos, ataques a instituições de ensino se tornaram comuns. Nos últimos 12 anos ocorreram 36 chacinas em escolas e universidades, resultando em 102 mortos. Todos os crimes aconteceram após o caso mais famoso, o massacre de Columbine.

Em 20 de abril de 1999, os estudantes Eric Harris, 18 anos, e Dylan Klebold, 17 anos, mataram 12 alunos e uma professora na escola de ensino médio Columbine, no condado de Jefferson, no estado do Colorado. A dupla também feriu outros 21 alunos antes de cometer suicídio. O massacre provocou um debate sobre o controle de armas no país.

Desde então, o massacre de Columbine inspirou outros criminosos. No pior ataque, em 16 de abril de 2007, o estudante sul-coreano Cho Seung-hui executou 32 pessoas no Instituto Politécnico da Universidade Estadual de Virgínia.

Países da Europa também tiveram ataques semelhantes a escolas. Em 13 de março de 1996, o vendedor desempregado Thomas Hamilton, armado com quatro revólveres, matou 16 crianças e uma professora numa escola em Dunblane, na
Escócia.

Na
Alemanha, o estudante Robert Steinhäuser, 16 anos, invadiu uma escola em Erfurt em 26 de abril de 2002. Ele matou 13 professores, dois alunos e um policial. Em outra cidade alemã, Winnenden, nove alunos e três professores foram assassinados por um ex-aluno em 11 de março de 2009.
 

Armas


O massacre em Realengo reabriu o debate sobre a venda de armas no Brasil. Após o episódio, o Governo Federal anunciou que anteciparia para maio deste ano a campanha de desarmamento, antes prevista para junho ou julho.

Por meio da campanha, o governo indenizará donos de armas que as entreguem às autoridades. Nas campanhas anteriores, eram pagos entre R$ 100 e R$ 300 por armas entregues à Polícia Federal, fossem ou não registradas.

No Congresso, o presidente do Senado,
José Sarney (PMDB- AP) apresentou aos líderes de partidos a proposta de realização de um novo referendo sobre desarmamento. No primeiro referendo, realizado em 23 de outubro de 2005, 63,94% dos eleitores votaram contra a proibição do comércio de arma de fogo e munição no país.

A lei do Estatuto do Desarmamento, regulamentada por decreto de 1º. de julho de 2004, tornou mais rigorosos os critérios para aquisição e porte de arma de fogo no país, além de prever penas específicas e mais severas para o comércio e porte ilegal.


                      FONTE: http://www.educacaouol.com.br/

Para descontrair um pouco....

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Dados sobre a educação no Brasil

1) 25 mil escolas de ensino fundamental não possuem energia elétrica;

2) 10 mil escolas de ensino fundamental não têm banheiro;

3) De cada 100 alunos matriculados na 1ª série do ensino fundamental, 47 concluem a 8ª série, 14 terminam o ensino médio e apenas 11 conseguem entrar no ensino superior;

4) o Brasil investe 842 dólares anuais por criança matriculada no ensino fundamental e somente 4,3% do PIB é destinado a educação, quando o ideal é que esse repasse fosse de 7% a 12%;

5) 61% dos alunos da 4% série do ensino fundamental não conseguem identificar as principais idéias de um texto simples, e 60% dos alunos da 8ª série não sabem interpretar um texto dissertativo. Em matemática, 65% dos alunos da 4ª série não dominam as quatro operações, e 60% dos alunos da 8ª série não sabem porcentagem.

Obama na América Latina

Visita reaquece relação com o Brasil

      Depois de mais de dois anos eleito, o presidente norte-americano Barack Obama fez nesta semana a sua primeira viagem oficial à América Latina, onde passou por Brasil, Chile e El Salvador. A visita teve como objetivo uma reaproximação com os governos da região, depois de um período de distanciamento.
      Os Estados Unidos são a maior potência econômica do planeta desde meados do século 20. A partir dos anos 1960, durante a Guerra Fria, o governo americano apoiou ditaduras militares na América Latina. A intenção era deter o avanço do comunismo, depois da Revolução em Cuba (1959).
      A volta da democracia em países como Brasil, Chile e Argentina inaugurou um período de relações pautadas mais pelo comércio do que por ideologias. Após o 11 de Setembro, contudo, o foco de atenções dos americanos passou a ser o mundo mulçumano. Ao mesmo tempo, o avanço da "revolução bolivariana" do presidente venezuelano Hugo Chávez reacendeu antigas rixas com Washington.
      O Brasil também bateu de frente com os Estados Unidos durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011). O propósito do governo brasileiro era marcar uma posição independente e firmar-se como liderança política na América do Sul.
      Duas ocasiões merecem destaque nessa fase. Primeiro, quando o Brasil tentou mediar a crise que sucedeu ao golpe que depôs o presidente hondurenho Manuel Zelaya, em 2009. E depois, quando o país não acatou as sanções contra as ao Irã por conta do programa nuclear.
      Obama chegou à Casa Branca em 20 de janeiro de 2010 como o primeiro presidente negro da história americana e uma aprovação recorde. Ele tinha duas prioridades: recuperar o país da maior crise financeira desde o crack na Bolsa de 1929 e encerrar duas guerras, uma no Iraque e outra no Afeganistão.
      No campo diplomático, inaugurou uma nova política de relacionamento com a Europa, a Ásia e o Oriente Médio que visava substituir o unilateralismo do governo anterior, de George W. Bush. Por isso, a ida à América Latina ficou para a segunda metade do mandato.
      A visita de Obama começou pelo Brasil, em 19 de março. Ele veio acompanhado da primeira dama, Michelle, e das duas filhas do casal. O presidente norte-americano teve reuniões em Brasília e visitou o Corcovado e a favela Cidade de Deus no Rio de Janeiro, onde também discursou no Teatro Municipal.
      O interesse dos Estados Unidos era reforçar a parceria comercial entre os dois países, sobretudo na área de energia (petróleo e bicombustível). Foram assinados dez acordos bilaterais, comerciais e em outras áreas, mas nenhum de grande destaque.
      O Brasil adquiriu visibilidade no cenário internacional nos últimos oito anos por conta da estabilidade política e econômica e, mais recentemente, pela descoberta de petróleo na camada pré-sal e a escolha para a realização da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
      Desde o ao passado, a China assumiu o lugar dos Estados Unidos como maior parceira comercial do Brasil. Apesar disso, o país tem com os americanos o maior déficit comercial, de US$ 8 bilhões.

Irã

      Na esfera política, o governo brasileiro esperava que Obama se comprometesse em apoiar a indicação do Brasil para uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. No ano passado, Obama endossou a entrada da Índia, outro país emergente. Ao final da vista, porém, ele foi comedido e manifestou apenas "apreço" à ambição brasileira.
      O Conselho de Segurança da ONU foi criado para mediar conflitos mundiais, como a recente crise na Líbia. Os membros permanentes são China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia. A entrada de novos países depende de uma reforma no estatuto.
      Atualmente, o Brasil ocupa uma vaga rotativa no conselho. Para o governo, a participação no órgão iria consolidar a importância do país na geopolítica mundial. Segundo especialistas, a divergência entre Brasil e Estados Unidos a respeito do Irã foi o maior empecilho para o apoio do presidente Obama.
      O Brasil defende o programa nuclear iraniano para fins pacíficos e tentou intervir, sem sucesso, para uma solução pacífica. Como a presidente Dilma Rousseff manteve a mesma postura a respeito do Irã, o obstáculo permanece.
      No Chile, Obama fez seu principal discurso sobre as relações entre os Estados Unidos e a América Latina, mas frustrou quem esperava o anúncio de medidas mais concretas. Ele encerrou a visita de cinco dias em El Salvador, onde falou sobre narcotráfico e imigração.
      A viagem de Obama ficou apagada na imprensa internacional por conta dos ataques das forças de coalizão à Líbia, que coincidiram com a chegada do democrata ao Brasil, e do terremoto no Japão. Devido à guerra civil na Líbia, Obama teve que fazer mudanças em sua agenda e antecipar o retorno em um dia.
      Mesmo que a visita oficial tenha tido um clima morno, bem diferente do entusiasmo da eleição de Obama há dois anos, ela cumpriu uma missão importante de reaproximar as Américas.
                                                                               FONTE:http://www.educacao.uol.com.br/

Aula sobre Projeção Cartográfica

Para os alunos do VPM, do Meta e da Cidade Viva.
http://www.4shared.com/file/UAvy33M1/Projees_Cartogrficas.html

TURMAS DO JOÃO XXIII

Para asqueles que querem rever o vídeo A HISTÓRIA DAS COISAS.
http://www.4shared.com/video/ANdI2gCL/A_histria_das_coisas.html

Vídeo sobre Movimentos da Terra.

Para complementar os estudos sobre os movimentos da Terra, segue o vídeo exibido em sala.
http://www.4shared.com/video/XiGFjJlQ/Movimento_de_Translao_e_Rotao_.html
Um abraço!

Aula sobre Coordenadas Geográficas

Segue a aula sobre Coordenadas Geográficas para as turmas do VPM, Meta e Cidade Viva.
http://www.4shared.com/document/siRbocuB/Coordenadas_Geogrficas.html
Bons Estudos!